
Friday Night Lights começou sua segunda temporada da maneira que terminou a primeira: tudo muito bom. Muito bom mesmo!
Claro que ocorreram escolhas que eu não entendi: toda a estória de Landry e Tyra serem unidos pelo assassinato e coisa e tal. Isso é o tipo de coisa que eu esperaria que Friday Night Lights evitasse, mas eles ainda têm o benefício da dúvida comigo. Portanto eu vou esperar um pouco até começar a reclamar!
O Casal Modelo, Julie e Matt, não são mais tão perfeitos e o namoro acaba logo no segundo episódio. Por vários motivos, não só porque um novo garoto ou garota apareceu na escola: a menina começa a se questionar e ele, porque ainda é inseguro mesmo depois de ter levado o campeonato de futebol, não faz muita coisa para tentar evitar e assiste de camarote a decisão da namorada.
Mas, assim como na temporada anterior, o grande trunfo de FNL são os Taylors. Eu me recuso a repetir aqui que Kyle Chandler e Connie Britton são o melhor casal da TV atualmente (mas eles são, ok?). E Mamãe Taylor, com bebê novo, começa a apresentar o que eu penso ser sinais de depressão pós-parto, tudo isso longe do marido (que continua com o cabelo mais expressivo que eu já vi, é sério!) e tendo que lidar sozinha com a filha mimada.
Eu ainda tenho que mencionar Lyla e Riggins: Lyla entrou para a Igreja e virou uma devota fervorosa, e Riggins continua no mesmo caminho torto que antes: bebida, mulheres, falta de respeito por qualquer figura de autoridade. Lyla tenta esconder, mas ela tá se segurando para não pular em cima de Riggins (não que eu a culpe, really.)
Esses dois primeiros episódios mostraram que a série tem tudo pra apresentar um segundo ano brilhante de verdade! É só esperar que as pessoas resolvam assistir!