Arquivo para Outubro, 2007

Notícias ruins (ou como eu sou a pessoa mais atrapalhada do universo!)

Sabe o que eu fiz esse fim de semana? Sabe? Sabe? Fui tirar meu laptop do quarto, tropecei no fio, o computador caiu no chão e se espatifou. Ainda consigo ligar, mas o som e a imagem dos vídeos estão zoadérrimos! Ainda estou naquela fase de negação, em que eu acho que tem salvação, em que eu acho que não vai ficar os olhos da carra pra arrumar. Ainda não chorei ou arranquei os cabelos…Ainda.

Sem séries no computador por enquanto!

Heroes – Episódios 2×03 e 2×04

Sabe por que eu demorei duas semanas pra escrever sobre “Heroes”? Porque eu, que sempre disse aqui que, até quando Heroes era chato, ainda assim era divertido, até eu estou ficando sem paciência.

“Heroes”, se você fosse uma pessoa, eu te dava um peteleco na cabeça! Na verdade, ALGUÉM precisa levar um peteleco na cabeça urgentemente! Eu gosto da série o suficiente pra dar um desconto quando um episódio é mais ou menos, mas agora nós já completamos uma sequência de 4 episódios em que nada realmente aconteceu, cujo único objetivo claro pra mim foi impregnar (é assim que se escreve?) a minha mente com imagens de Peter Petrelli sem camisa (não que eu esteja reclamando, but still…). Ah sim, o pai do Matt parece ser o Malvado da temporada, o Sylar continua sendo a pessoa mais legal da série e eles conseguiram incluir dois personagens completamente inúteis com poderes não identificados, pelo menos pra mim!

Pronto, resumi o que você precisa saber até agora sobre a temporada. Pode economizar seu tempo, ir ao cinema, ler um livro. A menos que você queira ver Peter Petrelli sem camisa. O que eu entendo totalmente, veja bem.

“Dirty Sexy Money”: meu novo guilty pleasure!

Vou confessar que baixei o piloto da série só pra dar uma olhada porque quem não gosta de ver milionários vivendo vidas totalmente tortas? É aí que a gente confirma aquela velha história do “sou pobre mas sou feliz!”

Para resumir: Nick George é chamado para substituir o pai, morto em um acidente de avião, na posição de advogado da família Darling, a mais rica de Nova York. Nick é o advogado consciente (e, por consequência, pobre!) que passou a vida sendo preterido pelo pai, que vivia em função dos seus empregadores amalucados. Portanto, quando a proposta de emprego é feita pelo patriarca da família,Tripp Darling ( Donald Sutherland, que faz tipo de bonzinho mas que provavelmente será revelado o cara mais malvado da história do universo), Nick hesita. Mas, diante de um salário milionário e uma doação bem gorda para uma fundação no nome do pai de Nick, ele resolve vender sua alma ao Diabo.

E aí começa a diversão: a família Darling tem uma cota bastante elevada de esquisitice e todos os seus membros são absolutamente problemáticos. Mas, no melhor estilo novelona, é muito divertido! Em que outro programa de TV você poderia encontrar uma aparição de um espião internacional, um romance secreto de um político famoso com um travesti, um pastor sem absolutamente nenhum caráter que esconde o filho bastardo da família ao apresentar o menino como um órfão sueco (nome: Gustav), suspeita de assassinato, brigas de celebridade por causa de franjas de cabelo e etc.

Enfim, tudo o que você espera que haja de errado com pessoas que têm muito mais dinheiro que você, você vai encontrar aqui! E depois do episódio você pode respirar fundo e dizer pra todo mundo que dinheiro não traz felicidade. É sério, não traz não!

Pushing Daisies – Episódio 2- “Dummy”

Com atraso, mas só pra constar: “Pushing Daisies” continua lindo. Todo mundo estava apostando que ninguém conseguiria manter o nível semi-cinematográfico do piloto, mas eles consguiram. Eu não vou perder seu tempo tentando convencer você a assistir (assiste, assiste, assiste!), mas experimenta ver esse vídeo: melhor.cena.ever!

O começo de temporada de Friday Night Lights

FNL

Friday Night Lights começou sua segunda temporada da maneira que terminou a primeira: tudo muito bom. Muito bom mesmo!

Claro que ocorreram escolhas que eu não entendi: toda a estória de Landry e Tyra serem unidos pelo assassinato e coisa e tal. Isso é o tipo de coisa que eu esperaria que Friday Night Lights evitasse, mas eles ainda têm o benefício da dúvida comigo. Portanto eu vou esperar um pouco até começar a reclamar!

O Casal Modelo, Julie e Matt, não são mais tão perfeitos e o namoro acaba logo no segundo episódio. Por vários motivos, não só porque um novo garoto ou garota apareceu na escola: a menina começa a se questionar e ele, porque ainda é inseguro mesmo depois de ter levado o campeonato de futebol, não faz muita coisa para tentar evitar e assiste de camarote a decisão da namorada.

Mas, assim como na temporada anterior, o grande trunfo de FNL são os Taylors. Eu me recuso a repetir aqui que Kyle Chandler e Connie Britton são o melhor casal da TV atualmente (mas eles são, ok?). E Mamãe Taylor, com bebê novo, começa a apresentar o que eu penso ser sinais de depressão pós-parto, tudo isso longe do marido (que continua com o cabelo mais expressivo que eu já vi, é sério!) e tendo que lidar sozinha com a filha mimada.

Eu ainda tenho que mencionar Lyla e Riggins: Lyla entrou para a Igreja e virou uma devota fervorosa, e Riggins continua no mesmo caminho torto que antes: bebida, mulheres, falta de respeito por qualquer figura de autoridade. Lyla tenta esconder, mas ela tá se segurando para não pular em cima de Riggins (não que eu a culpe, really.)

Esses dois primeiros episódios mostraram que a série tem tudo pra apresentar um segundo ano brilhante de verdade! É só esperar que as pessoas resolvam assistir!

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