SUPERNATURAL – EPISÓDIO 2×20 – “WHAT IS AND WHAT SHOULD NEVER BE”

Essa série me mata! Arranca meu coração, despedaça, pisa em cima, me devolve, dá risada do meu sofrimento e eu gosto. Muito!

Os garotos estão lidando com um Djiin, que é só um jeito chique de dizer gênio porque se eles falassem que esse episódio seria sobre um gênio (igual ao do Alladin mesmo), as pessoas entrariam em colapso de tanto dar risada e nem se dariam ao trabalho de assistir. Pois bem, por algum motivo inexplicável, Dean está caçando sozinho enquanto Sam fica no hotel fazendo pesquisa. Graças à Fada da Continuidade, eles mencionam todo o problema do episódio passado; eles até trocaram a placa do Impala porque finalmente alguém resolveu mencionar o fato de que, pra dois fugitivos da polícia, o carro deles é qualquer coisa menos discreto!

Sam fala pra Dean que a criatura que eles estão caçando é um Djinn ou um Gênio e o Dean decide que pode encarar o Gênio sozinho. Coisa que ele obviamente não pode. Porque assim que ele entra no armazém onde o Gênio se encontra, ele é capturado.

SUPERNATURAL FLAMEJANTE!

Dean acorda em um cama estranha, com uma garota estranha e sem roupa. Eu sempre achei que isso era mais uma manhã de Domingo pra ele, mas Dean acha estranho. Ele liga pro Sam, da sala de um apartamento estranho, e fala que o Gênio fez alguma coisa com ele. O problema é: Sam não tem a mínima idéia do que o Dean está falando. Carmen, a menina na cama de Dean, é aparentemente namorada dele e, olhando para a correspondência em cima da mesa, Dean começa a desconfiar que algo está muito, muito errado. Ele pega o carro e vai até a casa antiga da família, aquela que pegou fogo com a mãe deles pregada no teto, lembra?

Bom, aqui tem início o chamado ESPETÁCULO DE ATUAÇÃO patrocinado pelo meu, pelo seu, pelo nosso Jensen Ackles. Todo esse episódio talvez não teria funcionado se não fosse por ele, porque o que poderia ter sido brega e meloso, acaba sendo dolorido e lindo. Eu como meu laptop se esse cara não caminhar pra se tornar um astro sério, com direito a prêmios e filmes mil. Ele nunca vai ganhar prêmio por Supernatural, mas algum dia, ALGUÉM vai ter que enxergar o que ele consegue fazer. Sem exagero, é de embasbacar.

Dean chega até a casa e é atendido pela mãe. Ele fica perdido entre emocionado, desconfiado e assustado. Quando a mãe o convence de que é ela mesma, Dean se transforma em um garoto de 8 anos, abraçando a mãe, dizendo que ela é linda (sem problema, SÉRIE, pode molestar meu pobre coração desse jeito!), encantado e assustado com as fotos de família (que, à propósito, são o PHOTOSHOP MAIS MAL FEITO DA HISTÓRIA DA TV! Mas eu escolho acreditar que há um motivo pra isso!).

Ele pergunta à mãe como o pai morreu e ela diz que foi de derrame. É engraçado porque a Mary, diante do comportamento esquisito do filho, simplesmente responde às perguntas, mesmo que fique indignada quando Dean diz que “é ótimo” saber que o pai morreu de derrame. Eu adoro a Mary Winchester! Principalmente quando ela beija o filho e diz que o ama. E se essa cena se prolongasse por mais dois segundos eu seria incapaz de formar qualquer frase coerente.

No dia seguinte, Dean está curtindo o fato de ser “civil” junto com o Impala quando uma Menina Com a Camisola Branca Amaldiçoada aparece. E depois desaparece. Hmmmmm….

Dean se delicia com um sanduíche da mãe e decide que quer cortar a grama. Supernatural geralmente é escuro, filmado com uns filtros que deixam tudo cinza e sem cor e na cena do Dean cortando a grama (ao som dos Ramones, oh yeah!) é tudo tão colorido: o céu, as flores, o gnomo maligno no jardim. E Dean está tão contente por dirigir (muito porcamente) o cortador de grama, é mais uma dessas coisas que MALTRATAM MEU CORAÇÃO, SÉRIE!!! *quase aos prantos*

Sam chega na casa da família com a Jess e deixa eu comentar que as roupas do Sam-Aluno-De-Direito são muito engraçadas! Todo pastel esse Sam. Eles vão jantar pra comemorar o aniversário da Mary e Sam anuncia que ele e Jess estão noivos. Dean, novamente, está tão feliz que chega a doer e todo mundo se abraça menos Sam e Dean, e então a Menina Com a Camisola Branca Amaldiçoada aparece de novo.

De volta à Casa Winchester, Dean quer comemorar o noivado do irmão, mas o Sam acha melhor não. Eu quero deixar registrado que se o Ackles faz atuar parecer estupidamente fácil, não é só porque ele é bom, mas também porque ele tem pessoas boas com quem fazer o serviço. Por exemplo, o Padalecki, aqui, faz o Sam levemente diferente, distante do irmão, e são coisas pequenas como se afastar toda vez que Dean toca nele que fazem esse episódio tão…tão… ótimo!

Mas Sam diz ao irmão que eles não têm nada em comum e vale dizer que é nesse ponto que Dean começa a desconfiar que tem alguma coisa errada na história. Em casa, ele descobre que Carmem é uma enfermeira e, quando ela sai pra trabalhar, ao assistir TV, ele vê uma reportagem sobre o aniversário da queda do avião que eles salvaram no episódio Phantom Traveler. E depois ele pesquisa mais um monte de notícias sobre como todas as pessoas que ele salvou estão, agora, mortas. Depois de encontrar a Menina Com A Camisola Branca Amaldiçoada mais uma vez (e agora ela tá bem acabadinha!) e mais uns dois corpos misteriosos no seu guarda-roupa, Dean resolve ir conversar com o pai.

Agora. Considerem que eu sou uma menina, considerem que o Jensen Ackles tem a cara do Jensen Ackles e considerem que o Dean é um dos meus personagens favoritos, de qualquer série, em qualquer tempo. Portanto, o que vai vir a seguir é uma tentativa meio infrutífera de dizer pra vocês o que se passou pela minha cabeça durante “A CENA DO CEMITÉRIO” (que é como eu vou me referir à ela até o fim da minha vida.).

Diante do túmulo do pai, o Winchester mais velho resolve perguntar por que eles têm que salvar essas pessoas, por que a mãe não pode viver e Sam não pode se casar. Por que é função dele ser um herói? E ele chora, e está bravo, e DEUS MEU ESSA SOU EU CHORANDO NO MEIO DE UMA SÉRIE SOBRE FANTASMAS (!!!!), e essa cena é, pra mim, a resolução da história do Dean nessa temporada. Ele está cansado. Cansado o suficiente para questionar o pai, mesmo que o pai esteja morto, porque dizer em voz alta que caçar talvez não valha a pena é uma coisa impensável para o Dean do começo da primeira temporada. *chora desesperadamente e abraça a Série!*

De repente, é o Episódio Piloto novamente. EEEEEE! Adorei! Aqui, Dean já tomou a decisão de caçar o Djinn e foi buscar uma faca de prata na casa da mãe. Sam acorda, e Dean diz a ele que ele precisa de dinheiro porque perdeu uma aposta, e Sam diz “Não acredito que somos parentes.” Ouch! Dean se despede, diz que precisa resolver uma coisa, e pede que Sam diga à mãe que ele a ama.
Mas o Sam entra no carro junto com o Dean e é hilário. Primeiro porque quando Dean chama Sam de “Bitch” (que é o jeito Winchester de dizer “eu te amo”), ele não entende nada. “What are you calling me a bitch for?” é minha nova fala preferida! Depois porque Sam acha um pote com sangue de carneiro dentro e surta! Hehehe

Eles finalmente chegam ao armazém onde Dean foi procurar o Gênio no começo do episódio e lá ele percebe que o Gênio não concedeu um desejo à ele, mas apenas fez com que Dean pensasse que tinha conseguido um desejo pra distraí-lo enquanto seca o sangue dele. Então nada disso é real. Todos tentam convencer o Dean a ficar porque, mesmo não sendo real, é um mundo muito melhor do que aquele em que ele vive no momento. Mas Dean “se mata” na realidade alternativa (e como ele SOFRE ao escolher o mundo real no lugar desse mundo em que ele é feliz! Ai, Dean!) e consegue ser salvo pelo Sam. A Menina Com a Camisola Branca Amaldiçoada também é salva e as aparições dela eram uma forma da consciência do Dean tentar se libertar.

Tem ainda a conversa em que o Dean conta ao Sam como ele queria ter ficado no outro mundo. É difícil pra mim comentar esse episódio do meu jeito natural porque não há muito do que tirar sarro aqui. É basicamente um episódio bem escrito, bem realizado, bem dirigido, bem atuado, com detalhes sutis que me fazem pensar quando exatamente Supernatural passou de “série legal sobre fantasmas” a uma série que oferece um episódio desses que é perfeito não importa de qual ângulo você olhe.

Considere-me encantada. Eric Kripke, se você não fosse casado, eu casava com você agorinha mesmo!

8 Responses to “SUPERNATURAL – EPISÓDIO 2×20 – “WHAT IS AND WHAT SHOULD NEVER BE””


  1. 1 Priscila maio 28, 2007 às 6:48 pm

    Adorei seus comentários dos episódios,eu também sou apaixonada pela série e acho que ela tem evoluido a cada dia.
    Parabéns.

  2. 2 paula junho 19, 2007 às 9:06 pm

    bem acabei entrando aki de gaiata pois tava pesquisando sobre a série…
    seus comentários sobre a série são muito bons parabénsssssssss
    ah!!! vc sabe o nome da música que passa no ultimo episodio da terceira temporada??????????

  3. 3 DANIELA julho 3, 2007 às 3:22 pm

    olá, eu tava a ver umas coisa da serie e encontrei este resumo !!! parabens adorei ler este resumo… e eu tb sou super fa desta serie e o meu actor preferiso e o jensen ackles claro tb gosto mt do jared mas o jensen e akela coisa…
    adorei ler este resumo e cada vez tou mais doida pela serie inda bem k a serie vai pa treceira temporada

  4. 4 DANIELA julho 3, 2007 às 3:24 pm

    pela maneira k voçes escrevem sao braseleiras n é ou eu tou enganada ?

  5. 5 maria rita nascimento fevereiro 5, 2008 às 4:37 pm

    ossa…
    seu comentarios sobre série é mto bom
    mas tp eu to emduvida
    pke falan q o jensen esta solteiro
    ae dps fala q ele ta namoranoo
    hááááá queria saber agora mas mesmo assim!!!
    aquilo q é homem!!!
    rsrsrs
    beijos

  6. 6 maria rita nascimento fevereiro 5, 2008 às 4:39 pm

    hááááá e eu amo tanto essa série😥
    rsrsrs

  7. 7 rafael19101993EL julho 5, 2011 às 5:45 pm

    muito bom seu comentario, digno de um fiel espectador, parabens. e obrigado por me ajudar a encontrar esse episodio facilmente.

  8. 8 emanoel outubro 27, 2012 às 8:47 am

    consegui achar o episodio que eu queria vlw


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