Um post sobre (quase) tudo.

Prison Break: “Call Waiting”
Quando o Michael percebe que sua Sarah querida está realmente em perigo, ele semi-surta. Eu não gosto do Scofield surtante, prefiro o gênio bloco de gelo que consegue resolver absolutamente tudo só de encarar uma pessoa por mais de 5 segundos. Foi um episódio em que nada de muito interessante aconteceu, mesmo. Agora, o Lincoln resolveu voltar a agir como o Lincoln que a gente tanto gosta: bate primeiro, pergunta depois. E me coloque no time das pessoas que estão torcendo para que o Lincoln e a Moça-Malvada se peguem de uma vez! Yay!

Heroes: “Lizards”
Enquanto Peter passa o episódio inteiro sem camisa, Hiro substitui seu herói Kensei ao salvar um vilarejo, mas o Kensei verdadeiro meio que morre. Morre do jeito “Heroes” de se morrer, ou seja, morre mas depois não está tão morto assim. Detalhe: Kensei também tem poderes de regeneração. Claire resolve explorar os limites dos seus poderes, Mohinder ainda é chato (mas charmosérrimo!) e o Haitiano está de volta. Mama Petrelli é a próxima vítima na lista do Exterminador de Heróis da vez; e o Peter? Continua sem memória. E sem camisa. Episódio mais ou menos, mas naquelas: mesmo quando é meio boboca, e rouba descaradamente de Arquivo X, ainda diverte.

Grey’s Anatomy: Love/Addiction
Quero tirar uma coisa do caminho: a Izzie é a coisa mais insuportável nessa série. Eu odeio a Izzie. E eu adorava a Izzie até a temporada passada. Mas agora? Morra, Izzie. Foi um episódio legal, com alguma interação entre Mark e Derek, que é a parte que eu estou mais interessada em ver: Grey’s Anatomy peca por não desenvolver os personagens masculinhos, na minha opinião. Nada contra ser uma série sobre mulheres, mas eu acho que esse não era o objetivo da coisa no começo da série. Mama Burke volta para buscar as coisas de Preston com a Christina e agora é o fim dessa história mesmo. Tem um blahblahblah sobre o George e a Izzie, mas eu resolvei bloquear, meu cérebro se recusa a computar. Meredith abre o jogo com a meia-irmã: ela não quer conhecer a garota e fim. E a Bailey que todo mundo ama está de volta! Digam YAY!

Brazil’s Next Top Model
Eu gostei. Talvez estivesse esperando uma catástrofe tão grande que os comerciais exagerados não me ofenderam tanto assim (mas sério, Sony, se for pra inserir a propaganda, por favor, de forma mais discreta, ok?). A apresentadora não tem o mesmo carisma de Tyra e os jurados não são tão malvados. Mas eu achei digno da versão original e obviamente vou assistir toda semana pra ver quando as brigas vão começar.

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